Uma doadora do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) ajudou uma paciente de São Paulo que precisava de uma transfusão com um tipo sanguíneo extremamente raro. Ambas possuem o fenótipo p nulo, identificado em apenas três pessoas no Brasil.
Solimari Luzia Machado Andrejczuk, de 29 anos, está cadastrada no Cadastro Nacional de Sangue Raro (CNSR) e foi convocada para realizar a doação após uma solicitação da Fundação Pró-Sangue, em São Paulo.
Esse tipo sanguíneo exige cuidados especiais, pois pessoas com o fenótipo p podem desenvolver anticorpos capazes de provocar reações graves em transfusões incompatíveis.
Criado em 2013, o Cadastro Nacional de Sangue Raro reúne 2.032 doadores e já ajudou mais de 300 pacientes. No Paraná, 291 pessoas com tipos sanguíneos raros estão cadastradas.
O Hemepar reforça a importância da doação regular de sangue e da identificação de fenótipos raros, já que uma única doação pode salvar até quatro vidas.
Foto: Hemepar/SESA

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