Terceiro dia da Copa Colégio FAG é marcado por grandes disputas

Foto: CATVE

Todo mundo sabe o potencial que o esporte tem de aproximar pessoas, derrubar barreiras e ensinar lições que vão muito além das quadras. A Copa Colégio FAG é uma dessas competições que coloca em jogo não apenas a busca por medalhas e troféus. É uma oportunidade de construir amizades e promover a integração. 

A Copa nasceu com o propósito de reunir estudantes de colégios públicos e privados para fortalecer valores como respeito, disciplina e trabalho em equipe.


No terceiro dia da competição o que se viu foram muitos jogos, como do futsal, por exemplo, colocando frente à frente instituições estaduais e particulares. E, a cada disputa, os estudantes descobrem que a verdadeira vitória também está na convivência, na troca de experiências e no respeito aos adversários.

Dentro da Copa Colégio FAG as crianças e adolescente tem oportunidade de vivenciar o espírito esportivo. Para os colégios públicos a competição serve para fortalecer o lado competitivo, já que nessa faixa etária os colégios particulares têm conseguidos melhores resultados nestes últimos anos em Cascavel. 

O Professor Rogério, do Colégio Estadual do Santa Cruz, é uma referência para os meninos e faz questão de recomendar a outros colégios a participação no evento. 

Para muitos, é também o primeiro contato com desafios que exigem preparo emocional, responsabilidade e capacidade de lidar com vitórias e derrotas. Depois de uma disputa de bola, o garotinho do Colégio Alfa foi lá e deu uma "cutucada" do adversário. O árbitro viu e deu cartão amarelo. Também conversou com ele e explicou porque foi advertido. Quando terminou o primeiro tempo o professor avisou para ele tomar cuidado para não ser expulso. 

E não é que foi mesmo. Olha o jogo rolando, no comecinho do segundo tempo e ele assistindo ao jogo da arquibancada. Não era o que o Diogo queria, mas ele percebeu a inquietação do Pedrinho. 

Pedro não machucou ninguém, mas aprendeu a lição, tanto que no final brincou simulando a expulsão e está tudo certo. Dentro das quadras, os alunos-atletas vestem os uniformes de diferentes instituições com o objetivo de vencer, de superar os próprios limites e de conquistar um lugar no pódio. Na partida contra o Colégio Marista, o Colégio Andreia Neres, do Riviera, jogou muito e não venceu por pouco. O jogo terminou 2 a 2 e os meninos do colégio público comemoraram o desempenho e a chance de participar da competição. 

Só para registrar que o Daniel Alves, nome de jogador, foi escolhido o melhor da partida. Iniciativa que reforça o papel do esporte como ferramenta de educação e inclusão social. Ao reunir alunos de diferentes realidades, a competição mostra que a paixão pelo esporte fala a mesma língua e que as diferenças podem dar lugar à união.

No fim, independentemente do resultado, todos saem com algo a mais na bagagem: experiências, aprendizados e lembranças que podem acompanhar esses jovens por toda a vida. 

Fonte: Hora do esporte